"Porque o sol brilha sempre, mesmo que por trás das nuvens. Porque a lua é linda mesmo quando não está cheia. Porque o céu cinza é sinal de que vem chuva, e chuva é bom. Porque sempre tem estrelas brilhando no céu, mesmo que elas não existam mais. Porque eu adoro sorrir, e meu sorriso tem cor, mesmo às vezes amarelo. Porque eu sinto no ar o cheiro de algodão doce quando eu acordo, quando tenho sonhos bons. Porque eu vou e venho quantas vezes quiser, e sentir o vento no rosto é bom, muito bom. Porque é sempre simples assim. E quem complica é você. Eu? Sou feliz."
' Autor desconhecido.
~Simples assim.
Posted by: ~Marina., 5 Comentários~Felicidade Instantânea.
Posted by: ~Marina., 1 ComentáriosEla estava completamente apaixonada, só pensava nele e ele nela. Ambos estavam tão felizes juntos! Eles passam tardes incríveis, eles tomam café, eles brincam. Eles falam de livros, filmes, música. Ele a elogia, a abraça, a proteje. A simplicidade dos fatos que acontecem entre os dois, torna tudo mais belo e profundo. Ela gosta de tudo nele. Eles estavam muito felizes.
Desejos.
Posted by: ~Marina., 0 ComentáriosDesejo a vocês...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.
Carlos Drummond de Andrade.
~Be happy.
Posted by: ~Marina., 1 Comentários
Tudo depende de pequenos detalhes, pequenos acontecimentos que despertam algo dentro da gente, que não é possível se explicar em palavras.
E na maioria das vezes, tudo pode depender de uma pessoa, uma única pessoa. Que pelo simples fato de aparecer na sua vida no momento certo, torna tudo concreto. Tudo tão mágico e ainda assim, totalmente real.
Ela o conhecera não fazia assim tanto tempo, mas algo nele a fazia se sentir bem. Trocavam mensagens, ligações. Um dia eles se encontraram, em uma cafeteria não muito grande, onde tomaram café quente. Conversaram durante uma tarde inteira, e sucessivamente, pelo celular assim que ela chegara em casa. Ele era tão encantador! Seria tudo realidade? Se falavam todos os dias, toda hora.
Se encontraram então no parque da cidade, com mais alguns amigos.
Trocaram risadas, histórias e olhares. Ela sabia o que queria. Estava enxergando as coisas de uma forma diferente e mais bonita.
Então, depois de ambos se telefonarem e passarem horas conversando, ele a convidou para ir tocar violão no terraço do prédio em que morava sua tia.
Tocaram, cantaram, riram. Cada segundo tornou-se mágico para ela. Ele lhe entrega um presente confeccionado por ele mesmo, tão bonito. Seus olhos brilharam.
O sol batendo no rosto dela, iluminando seus olhos claros, o momento perfeito. O beijo parecera durar horas, o mundo girando ao redor, seus corações batendo juntos.
Permaneceram abraçados por um longo momento, ambos sorrindo, o silêncio quebrado pelas palavras dele "Era tudo que eu queria" ela concorda sorrindo de olhos fechados, e quando percebe, apaixonou-se.
~Adeus.
Posted by: Anônimo, 4 Comentários~Entre tintas e livros. -Terceira parte.
Posted by: Anônimo, 5 ComentáriosFazia sol, pássaros cantavam naquela tarde de outono. Julián cantarolava uma de suas músicas favoritas, quando avistou ao longe ela, aquela moça, vestida de azul, cor que realçava ainda mais seus olhos penetrantes. Ele a reconheceu de imediato, e antes que percebesse, um sorriso apareceu em seu rosto. Saiu de trás da banquinha e foi indo ao encontro dela, sem nem mesmo olhar onde pisava, apenas utilizando as mãos para se localizar. Encontrou seus olhos, azuis, e logo avistou o sorriso que ele se lembrava perfeitamente. Ela sorria sem jeito, parecia envergonhada, ou sem ter certeza de que podia estar ali, muito menos conseguia acreditar que o pintor, de quem comprara seu quadro preferido, ainda estaria vendendo seus livros usados naquela mesma praça, tanto tempo depois.



